segunda-feira, 23 de maio de 2011

Ritmo quente!

  

   
  A primeira vez que vi Patrick Swayze foi no filme Dirty Dancing e foi amor a primeira vista. Lembro-me de ter o coração acelerado na cena da ultima coreografia. A cabeça queria cantar, o corpo dançar, mas o pulmão não deixava. Minha respiração era tensa e pesada. Fiquei tão nervosa com medo da Baby errar os passos que não haviam sido ensaiados. Torci tanto para que tudo terminasse bem, quase perdi o momento do salto dela para os braços dele. Sensacional! Bati palmas, aliviada. Finalmente, a apresentação havia sido um sucesso. Sorri feliz sem imaginar que aquele momento acabara de se eternizar dentro de mim, assim como a foto do protagonista colada na parede do armário. Não era um filme, era uma época!
   Depois da tensão, voltei a fita. Queria assistir de novo. E novamente... E outra vez... Hoje perdi a conta de quantas vezes testemunhei Patrick Swayze e Jennifer Grey atuando em uns dos melhores longas-metragens da história. Porém, meu coração não perdeu o ritmo e ainda suspiro encantada.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

É predesti-nação.



   


  O Mar é um bem de todos os estados Brasileiros, inclusive daqueles cujo litoral não é banhado por praias. O Rio de Janeiro e Espírito Santo não têm dinheiro suficiente para arcar sozinhos com a extração do Pré Sal. A verba disponibilizada a capitalização da Petrobrás é injetada pela União. E o que isso significa? Significa que todos os Estados Brasileiros pagam tributos ou impostos para cobrir o investimento. Se a dívida é nossa, o lucro também tem que ser.
  O Pré Sal é do Brasil inteiro! Não é justo a chantagem que políticos Fluminenses e Capixabas estão fazendo no senado contra a divisão dos royalties com os demais municípios da federação. O que me lembra bem o Irã, riquíssimo no minério e carente em recursos financeiros por causa de seus inacabáveis conflitos internos. É preciso ficar esperto e ter senso crítico com noticias exibidas sobre este assunto, não deixem que o Brasil vire província de uma minoria interesseira e egoísta.
  Hoje, o petróleo é sinônimo de riqueza, mas amanhã a moeda de troca será água límpida. A bacia gigantesca do Amazonas, para quem esqueceu, pertence aos amazonenses. Isso quer dizer que os outros estados terão que pagar mais caro pela água, certo? Errado. Esta situação "utópica" é apenas uma dica para saber onde o egocentrismo pode nos levar.